domingo, 28 de junho de 2009

Ser global ficou mais difícil

Com a demanda em queda no exterior, a expectativa é que os investimentos das multinacionais brasileiras lá fora caiam 25% neste ano. Mas elas sabem que a internacionalização é um caminho sem volta.
Historicamente voltadas para o mercado interno, as empresas brasileiras foram pouco a pouco entendendo a importância de exportar e de aumentar sua presença no exterior. Nos últimos anos, vários grupos, de setores diferentes, passaram a atuar com vigor no mercado externo, ora com aquisições, ora com a instalação de fábricas a partir do zero. Num prazo de poucos anos, o Brasil passou a ter suas próprias multinacionais, empresas robustas com atuação e cultura globais. Segundo dados do Banco Central, em 2008 as empresas brasileiras investiram 20 bilhões de dólares em mercados externos, um crescimento de 185% em relação ao ano anterior. Com mercados consumidores efervescentes e fartura de capital, nada parecia deter o ritmo de expansão das múltis verde-amarelas. Mas a quebra do Lehman Brothers, em setembro do ano passado, e o que se veria nos meses seguintes turvaram o cenário.

Essa é uma matéria publicada pela revista Exame dessa semana (Edição 946). Na mesma matéria ainda foi divulgada a nova lista das 10 empresas brasileiras mais internacionalizadas:

1 - Vale
2 - Petrobrás
3 - Gerdau
4 - Embraer
5 - Camargo Corrêa S.A.
6 - Odebrecht
7 - Votorantim
8 - Camargo Corrêa Cimentos
9 - Aracruz Celulose
10 - Andrade Gutierrez

O Ranking é mostrado num índice de internacionalização que leva em conta os ativos, funcionários e volume de vendas no exterior. Fonte: Fundação Dom Cabral.

Leia a matéria completa aqui.

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